Todo mundo sonha em viajar ao exterior, e fica se perguntando como morar em Portugal, em Londres, Holanda, Suiça, etc..Mas poucas pessoas conseguem de fato concretizar esse sonho. É fácil tentar achar alguma desculpa para não viajar: falta de companhia, não ser fluente no idioma ou preocupações com dinheiro – que, é claro, entendemos. Mas temos certeza também, que vencer esses obstáculos e começar a se planejar vai ser muito gratificante. Para ajudar você a não colocar os seus planos de lado e começar a desbravar o mundo o quanto antes, listamos 8 razões para viajar ao exterior.

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E aí, pronto para reservar as passagens? Uma das melhores coisas sobre viajar e fazer parte de um mundo totalmente diferentes do seu: cheio de comidas novas, idiomas novos, outras abordagens de etiquetas sociais, mudança de ritmo, religiões e costumes. De primeira, essas diferenças podem parecer estranhas – mas se deixa absorvê-las. Você se surpreenderá com o quão seu mundo se expandirá depois dessa experiência. Enquanto estamos em casa, nosso problemas podem parecer terríveis. Porém, viajar é uma excelente forma de ganhar uma nova perspectiva sobre a vida e isso lhe ajudará a perceber que as pessoas de todos os cantos do mundo (exceto aquelas que estão em situações extremas como violência civil) vivem os mesmo desafios cotidianos, tristezas e alegrias como todos nós. Ver isso é qualquer coisa menos triste – ao contrário, é incrivelmente renovador! Use suas experiências no exterior para dar uma apimentada num CV comum. A vida no exterior – sendo uma viagem mais longa ou a experiência de realmente viver lá fora – vem com muitos bônus para trabalhadores expatriados e viajantes: praticar um novo idioma, voluntariar-se por uma boa causa e trabalhar por meio período. Essas oportunidades não somente vão enriquecer suas experiência, como também vão impulsionar suas chances de ser contratado mais tarde. Você está preso no Francês do Ensino Médio ou guarda um desejo de aprender Japonês em Tóquio? Aprender uma nova língua nas suas viagens é uma das maneiras mais efetivas para melhoras suas habilidades com idiomas, também é divertido porque você coloca suas habilidades em prática todos os dias e com todos os tipos de pessoas. Falando de… Não importa se você estiver comprando produtos frescos em um mercado, negociando com um taxi, ou simplesmente conversando com um novo amigo (local), a comunicação entre culturas pode ser difícil. Mas também é muito recompensador. Com a prática, você logo aprenderá a comunicar ideias complexas de maneira mais simples e a pegar nuances de pessoas de outras culturas. Se tem uma forma de ficar exatamente onde você está é nunca se desafiar a fazer nada de novo. Mas que diversão é essa? Claro, você se sentirá confortável e seguro, mas logo todo esse conforto e essa segurança lhe deixarão louco. O segredo? Experienciar desafios e aprender a superá-los.

Não há regras para um “bom desafio”- poderia ser qualquer coisa, desde falar com estranhos, viajar sozinho ou escolher visitar ou até mesmo viver em um país do qual você não sabe nada. Uma vez feito, o próximo desafio parecerá muito mais fácil.

Direitos Da Infância E Da Juventude

Conselheira Educacional e Familiar pela Universidade Adventista de São Paulo, UNASP ?  Dessa forma, a proposta educativa do programa que aborda trabalho como a produção da vida, aonde a convivência social, sem nenhuma forma de exploração da pessoa humana vem em primeiro lugar, de forma que trabalho coletivo se configura na chave fundamental para superar individualismo, onde os futuros jovens produtores são responsáveis pelo que e para quem produzir buscando distanciar os conflitos existentes entre capital e trabalho humano.

 

Oliveira (1992) chama atenção para a teoria de Vygotsky sobre a relações de pensamento e linguagem serem influenciados pela mediação cultural no processo de construção de significados por parte do indivíduo, na internalização de conhecimentos produzidos socialmente; cabe à escola construir situações onde desenvolvimento cognitivo pautado no pensamento e linguagem possam proporcionar momentos de relações com outro, ajudando assim como educar um filho de forma saudável apar o seu desenvolvimento.

 

Um caso notório a este respeito e que não se refere a jovens de baixa renda, mas de jovens da classe média, foi do assassinato do Índio Pataxó, vítima do preconceito de 4 adolescentes de classe média do Distrito Federal, que jogaram combustível e atearam fogo no corpo de Galdino enquanto este dormia em um banco de uma  parada de ônibus em Brasília.

 

É importante ressaltar que só é possível compreender os aspectos de uma criança se nela o educador reconhecer um pouco da criança que foi e que ainda existe em si, sendo possível ao educador redescobrir e reconstruir em si mesmo gosto pelo lúdico, buscando experiências, brincadeiras de infância e adolescência que possa contribuir para uma aprendizagem lúdica prazerosa e significante.

 

Ato brutal de violência colocou outra vez em debate as questões dos direitos, os preconceitos e as omissões da política indigenista do Governo diante das agressões contra os povos indígenas no país” (SILVA, 2002, p. 52) e, podemos acrescentar, colocar em debate também a necessidade de implementar políticas públicas de juventude que possam diminuir as situações de violência e criminalidade na nossa sociedade, evitando a morte precoce de milhares de jovens em nosso país. Não só em nosso país mas também levar esta teoria a todo território mundial.